
Decidi me aventurar na onda de declarar minha opinião sobre filmes. E meu gosto para películas cinematográficas é um tanto peculiar, pois amo cenas de ação, aventuras e, principalmente, batalhas medievais. O título em questão me interessou pelo assunto, afinal, tenho um livro que escrevi sobre os Cavaleiros Templários, em uma versão mais floreada, bem fictícia. O fato é que tive que estudar sobre os Cavaleiros e acabei me apaixonando por esse ponto da história. Por ser uma resenha de filme, optei por uma análise corrida, sem tópicos técnicos, como normalmente faço com os livros, até porque filmes são um prazer, assim como os livros, mas não um assunto que eu entenda e possa opinar com profissionalismo. Sei produzir um livro desde o enredo até a peça final, criando a história, a capa, revisando, diagramando, decidindo o material com a gráfica, registrando e, por fim, tendo a obra física pronta. Se eu tivesse que fazer um filme, não saberia nem por onde começar! Então, dadas as explanações iniciais, vamos ao que interessa: a resenha.
FICHA TÉCNICA
• Título: Arn – O Cavaleiro Templário
• Obra Original: Baseado na trilogia de Jan Guillou
• Roteiro: Hans Gunnarsson
• Direção: Peter Flinth
• Duração: 128 minutos
• Gênero: Ação / Épico
• Ano: 2007
SINOPSE: Um conto de poder, coragem e traição. Este filme, ambientado na Suécia, conta a inesquecível história de amor entre Arn Magnusson, jovem culto e exímio esgrimista, e Cecília. Separados pela guerra entre cristãos e muçulmanos, Arn é enviado como cavaleiro templário à terra santa. Aprendendo a sobreviver e superar o sofrimento, ambos jamais perdem a confiança um no outro, nem a certeza de que se reencontrarão. Ao retornar à sua pátria, Arn tem que lutar por seu amor e por aquilo que se tornou a missão de sua vida: fazer da Suécia um único reino.